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Zé Ricardo pode mexer no time em caso de piora dos jogadores; Paulinho precisou tomar soro na veia


Não bastasse a Universidad de Chile, o Vasco enfrentará nesta teça-feira, às 21h30, em São Januário, na estreia na fase de grupos da Libertadores, os problemas decorrentes de uma virose que abateu oito jogadores do elenco, incluindo Martín Silva, Yago Pikachu, Paulão, Thiago Galhardo e Paulinho.

Os sintomas, náusea e vômitos, começaram a aparecer em alguns deles no domingo. Poucos chegaram a ter diarreia, o que é mais grave para os jogadores, por causa da desidratação que provoca no organismo. Medicados, a maioria apareceu para treinar ontem já recuperada.

Os piores casos foram os de Thiago Galhardo e Paulinho. O atacante de 17 anos, inclusive, precisou ser encaminhado ao Hospital Samaritano, em Botafogo, Zona Sul do Rio. Lá, realizou exames e tomou soro intravenal para se reidratar. Em seguida, retornou ao hotel onde o time está concentrado.

Celso Monteiro, vice-presidente médico do Vasco, garantiu que o quadro clínico dos atletas não afetará o desempenho deles no jogo desta noite – vale lembrar que Thiago Galhardo já não jogaria por estar suspenso.

– Os sintomas foram muito pequenos a ponto de afastar os jogadores da partida ou de comprometer o desempenho deles no jogo – explicou o médico: – Tratamos todos rapidamente.

Monteiro ainda frisou que não houve casos de febre entre aqueles que passaram mal nos últimos dias.

Zé Ricardo pode mexer no time em caso de piora

Por mais que o vice-presidente médico vascaíno garanta a condição de jogo de todos os atletas, o técnico Zé Ricardo está de sobreaviso. Se houver uma recaída brusca em jogadores que sofreram com a virose, ele deverá fazer mudanças na escalação. Isto, e mais o desejo de despistar a Universidad de Chile, fizeram com que o treinador não revelasse os titulares que entrarão em campo hoje, em São Januário.

Zé Ricardo também tenta esconder o jogo em termos táticos. O esquema com três zagueiros utilizado contra o Fluminense pode reaparecer, assim como a formação mais utilizada, no 4-2-3-1, está no páreo. O mais importante, de acordo com o técnico, é que as opções estão bem treinadas para que o time possa estrear com vitória na fase de grupos da Libertadores.

– Estamos trabalhando das duas formas e, por isso, podemos utilizá-las dentro do próprio jogo, dependendo do adversário e da competição – frisou Zé Ricardo.

A partida fechará a primeira rodada do chamado “grupo da morte” da Libertadores deste ano. Depois da vitória por 4 a 2 do Racing, da Argentina, sobre o Cruzeiro, o treinador do Vasco rejeitou o rótulo de azarão que sua equipe supostamente tem no Grupo 5. Segundo Zé Ricardo, o time tem condições de brigar pelo título continental, apesar do investimento inferior que foi feito, em comparação aos outros:

– Desde que acompanho a Libertadores, vi o Independiente del Valle (Equador) disputar a final, o Olímpia, a LDU (ambos do Paraguai), que também não davam como favorito, o Once Caldas (Colômbia) também… Então, os exemplos de que devemos acreditar no que podemos fazer estão aí.

Fonte: Extra Online

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